31 de jul. de 2008

Depressão

DEPRESSÃO: visão ocidental/oriental e uma proposta de tratamento com acupuntura
Texto de Reginaldo De Carvalho Silva Filho

Conceito: Síndrome Depressiva visão ocidental
Estados depressivos caracterizados por uma lentificação e diminuição em quase todos os aspectos das emoções e do comportamento: velocidade do pensamento e fala, energia, sexualidade e habilidade para sentir prazer. A severidade da doença varia amplamente.
Lista e Sinais e Sintomas visão ocidental
Humor deprimido ou perda de interesse ou prazer por quase todas as atividades: O humor é descrito pela pessoa como triste, deprimido, desesperançado, desencorajado. A expressão facial e corporal mostra-se reprimida. O paciente pode ter queixas somáticas, como dores corporais. Alguns referem aumento da irritabilidade (raiva persistente, tendência para responder a eventos com ataques de ira ou culpando os outros; ou um sentimento exagerado de frustração por questões menores). A perda de interesse ou prazer está quase sempre presente, pelo menos em algum grau. A pessoa apresenta menor interesse por passatempos, tem menos prazer com qualquer atividade anteriormente considerada agradável. Pode haver redução do interesse ou desejo sexual.
Alterações do apetite ou peso, sono e atividade psicomotora: O apetite geralmente está reduzido, muitos se forçam a comer. Pode também haver um aumento do apetite. A alteração do sono mais freqüente é a insônia. Os pacientes também podem apresentar hipersônia noturna ou diurna. As alterações psicomotoras incluem a agitação (incapacidade de ficar sentado quieto, ficar andando sem parar, agitar as mão, puxar ou esfregar a pele, roupas ou objetos) ou o retardo psicomotor (discurso, pensamento ou movimentos corporais lentificados, fala com volume diminuído, fala menos). As outras pessoas devem perceber a alteração psicomotora, não sendo somente um relato do paciente.
Diminuição da energia: O paciente pode relatar fadiga persistente sem esforço físico. As tarefas leves parecem exigir um esforço substancial. Pode haver diminuição na eficiência para realizar tarefas.
Sentimentos de desvalia ou culpa: Pode incluir avaliações negativas e irrealistas do próprio valor, sentimentos de culpa e ruminações acerca de pequenos fracassos do passado. Essas pessoas geralmente interpretam mal eventos triviais ou neutros do cotidiano, como evidências de defeitos pessoais, e têm um senso exagerado de responsabilidade pelas adversidades. Esses sentimentos podem assumir proporções delirantes.
Dificuldades para pensar, concentrar-se ou tomar decisões: As pessoas podem distrair- se facilmente e ter dificuldade de memória.
Pensamentos recorrentes sobre morte, ideação suicida, planos ou tentativas de suicídio: Esses pensamentos variam desde uma crença de que seria melhor estar morto até pensamentos transitórios porém recorrentes sobre cometer suicídio ou planos específicos para se matar.
A depressão é um quadro que vai e volta, com alterações físicas em todos os órgãos, os distúrbios afetivos são: Bipolar, que apresentam crises de mania e depressão. E Unipolar, que apenas manifesta o quadro depressivo.
Também é necessária, menção a alterações neuroquímicas, onde ocorre a diminuição na transmissão da noradrenalina, provocando a diminuição na produção de nora nos neuroreceptores Alfa2 e Beta2, e também a diminuição da liberação da serotonina (5-HT). Pela baixa quantidade de noradrenalina no córtex ocorre um aumento na síntese de liberação da acetilcolina.
Podemos identificar algumas estruturas que estão envolvidas na depressão, como: Hipotálamo - Amigdala (centro do prazer), Hipocampo - área integrativa geral (memória e as emoções), via piramidal (vontade, desejo), núcleos da base (controle dos movimentos automáticos), córtex límbico, que é responsável pela conscientização do estado emocional, em estado de inconsciente pode até ser o responsável por um homicídio ou suicídio, pela sua falta de estimulação.
Resumindo podemos notar uma alta presença de íons, neuroreceptores e neurotransmissores em excesso ou depleção, assim podendo atuar com a MTC, no equilíbrio hormonal e iônico geral. Pela medicina ocidental a medicação se faz em torno de antidepressivos: lítio, fuxetina, estabilizantes do humor.
Para a Psicologia, fica a questão: Qual é o remédio que cura a alma? Qual o remédio para adequar o comportamento humano? Assim o acompanhamento da Psicoterapia e fundamental para a melhora do indivíduo, que pode perfeitamente associar-se a acupuntura e outras técnicas da MTC, para melhora na qualidade de vida das pessoas.

30 de jul. de 2008

Só a Natureza cura!

A Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é uma medicina natural. Em geral utiliza tratamentos seguros e não tóxicos com pouco ou nenhum impacto iatrogénico, no esforço de restabelecer o equilíbrio dentro do paciente e entre o paciente e o meio ambiente em que ele vive.
“Só a Natureza cura”, escreveu Florence Nightingale. E o que devemos fazer?…
Colocar o paciente na melhor condição possível para que a Natureza possa atuar sobre ele.
“Devemos procurar ajudar os mecanismos de auto-regulação do próprio corpo, apenas o suficiente para que ele por si próprio se restabeleça. Não devemos tentar forçar alterações no sistema corpo-mente mas sim proporcionar uma oportunidade, um espaço, para que o corpo-mente instintivamente se mova para mais saúde e bem estar”(Bob Flaws “A enxaqueca e a MTC” - Edições Andrei).
Na MTC trabalhamos em concordância com a natureza e não contra ela, e todos os que já passaram pela prática clínica sabem que, se por vezes esta medicina funciona mais lenta e suavemente do que a medicina ocidental moderna, noutras, num só tratamento, conseguimos devolver ao paciente um estado de saúde e bem estar que há muito ele não sentia.
No entanto, não devemos esquecer que “o especialista de MTC só considera que houve cura desde que o paciente seja capaz de atravessar as quatro estações do ano sem uma recidiva ou recorrência e que um mês de tratamento para cada ano de condição crónica é uma estrutura temporal generosa e realista.” (Bob Flaws “A enxaqueca e a MTC”- Edições Andrei).
Escutar o paciente, perceber o que o levou àquela situação, é fundamental. Dar-lhe o melhor apoio e carinho, vê-lo como um ser humano que procura e quer evoluir, é essencial para uma cura de fundo.
Para nós, pode ser gratificante retirar todos os sintomas do paciente, mas se não o direccionarmos para uma maior consciência de si próprio e para a busca do equilíbrio depressa os sintomas poderão voltar.

29 de jul. de 2008

ONDE POSSO ENCONTRAR OS FLORAIS?

Se desejar tomar as essências florais, primeiramente, consulte um terapeuta floral ou profissional com especialização em essências florais. Posteriormente, envie a sua receita numa farmácia homeopática ou de manipulação. Em alguns países, poderá encontrar as essências florais em lojas que vendem produtos naturais.

A Posologia, a Conservação, a Validade e as suas Contra-Indicações
O efeito da essência não depende da quantidade de gotas tomadas a cada vez, mas da frequência de vezes tomadas ao dia; assim, alguns profissionais recomendam tomar 4 gotas 4 vezes ao dia (ao acordar, antes do almoço, pelas 17 horas e antes de dormir), podendo-se aumentar ou diminuir a dosagem conforme a necessidade ou indicação do profissional responsável. No entanto, alguns profissionais afirmam que se pode tomar o remédio na hora que se lembrar (caso esqueça de tomá-lo no momento indicado), mas que não devem tomar-se doses acumulativas (por ex.: 8 gotas por vez).
O uso pode ser sub-lingual (debaixo da língua) para uma absorção mais rápida. De vez em quando, bater o frasco contra a palma da mão (mais ou menos 10 vezes) antes de usá-lo. Para se obter o efeito pleno, as gotas devem conservar-se na boca por um momento antes de engoli-las. É preciso tomar cuidado para não deixar o conta-gotas entrar em contato com a língua, pois as enzimas digestivas podem transferir-se da língua para a mistura no frasco. Isto afetaria o gosto, se bem que não afetaria a eficácia do remédio.
Manter o frasco bem fechado. Manter o remédio longe do calor, luz, umidade e aromas. Deixar longe de radiações e aparelhos elétricos (TV, equipamento de som, celular, computador, ar condicionado, etc).
Por ser um produto natural e devido às condições climáticas de países com clima mais quente, a validade do floral é, geralmente, de 30 dias (ver data de validade no rótulo). Em países de clima mais frio, a validade pode chegar até 90 dias.
As essências florais podem ser administradas juntamente com os remédios homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos, desde que não haja contra-indicação específica. Os preparados com conhaque, por exemplo, não devem ser utilizados, por alcoólatras ou por portadores de doenças do fígado. Nestes casos, as essências podem ser preparadas com vinagre de maçã natural

26 de jul. de 2008

Filosofia do Dr. Edward Bach

Para o Dr. Edward Bach, deve ser tratada a personalidade da pessoa e não a doença. A doença seria o resultado do conflito da alma (Eu Superior - a parte mais perfeita do Ser) e da personalidade (Eu Inferior - o que nós somos, no nosso dia-a-dia). Ele dizia: "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".


  • Doenças e sua cura
    Dr. Edward Bach entendeu que a origem das doenças seria proveniente de sete defeitos: # Orgulho, Crueldade, Ódio, Egoísmo, Ignorância, Instabilidade Mental, Cobiça e Gula.
    Apontou sete caminhos do equilíbrio emocional, que seriam: Paz, Esperança, Alegria, Fé, Certeza, Sabedoria, Amor.
    E o seu conceito de saúde seria: Harmonia, Integração, Individualidade, Integridade.
    O importante seria que a alma e a personalidade estivessem em perfeita sintonia através do equilíbrio emocional. As essências florais de Bach tratam a pessoa e não a doença; a causa e não o seu efeito.
  • Essências florais no mundo de hoje
    O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo. Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas tratar dos desequilíbrios emocionais. Há registros de que no
    século XVI Paracelsus já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes. No entanto, a utilização de essências florais ultradiluídas foi introduzida por Bach.
    Nos
    anos 1930, o Dr. Edward Bach queria as essências florais nas casas das pessoas, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral para o seu filho. Hoje, passados 70 anos, a Terapia Floral está se disseminando, a cada dia, nos consultórios dos terapeutas, psicólogos, etc do mundo inteiro.

Em 1996, a The Dr. Edward Bach Foundation, da Inglaterra, promoveu o Primeiro Curso Internacional de Terapia Floral no Brasil com o objetivo de divulgar as essências Florais de Bach e de formar Practitioners (Terapeutas Florais reconhecidos e avaliados pela Fundação Bach).
Ao longo das últimas décadas, dezenas de sistemas florais foram sendo desenvolvidos em várias partes do mundo, cada um com suas peculiaridades determinadas pelas flores de cada região. Um dos primeiros sistemas que surgiram na
década de 1980 foram os Florais da Califórnia, desenvolvido nos Estados Unidos. Posteriormente surgiram os Florais do Sistema Bush, na Austrália. Hoje, dentro de um mesmo país, há vários sistemas cada um utilizando um grupo de flores regionais, embora não seja incomum encontrar flores semelhantes entre os sistemas.
As essências florais são consideradas remédios homeopáticos nos Estados Unidos
, onde remédios homeopáticos são considerados complementos alimentares. Do mesmo modo, no Brasil as essências florais, que surgiram nos anos 1980 e se intensificaram nos anos 1990, não são consideradas medicamentos, drogas ou insumos farmacêuticos. Essa classificação exime esses preparados de apresentarem comprovações de eficácia em tratamentos ou de submissão ao regime de vigilância sanitária, mas também não permite que sejam apresentadas indicações terapêuticas, com finalidades preventivas ou curativas.

Fonte do texto: Wikipédia

24 de jul. de 2008

A HISTÓRIA DE EDWARD BACH

Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de Birmingham, Inglaterra. Com 17 anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire. Nesta época ele não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam, e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis. Com 20 anos entrou na Universidade de Birmingham.
Finalizou os estudos com o treinamento prático no "University College Hospital" em
Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913, e o diploma de Saúde Pública, em 1914.

No ano de 1917 foi rejeitado para servir na Primeira Guerra Mundial, provavelmente por sua saúde frágil. Entretanto, ficou responsável por 400 leitos no "University College Hospital", com o trabalho no Departamento de Bacteriologia e também como assistente clínico do Hospital da Escola de Medicina (período de 1915 a 1919). Trabalhou incansavelmente mesmo não sentindo-se bem, e, após avisos constantes de pré-estafa não respeitados, teve uma severa hemorragia em julho de 1917. Submetido a uma cirurgia de urgência, foi-lhe comunicado que talvez não tivesse mais que três meses de vida.
No entanto, sentindo uma melhora, reuniu suas forças e foi para o laboratório trabalhar. Passou a dedicar-se à pesquisa dia e noite. Além de não pensar na doença por ter a sua mente ocupada, voltar a trabalhar em função do objetivo da sua vida lhe trazia energia para prosseguir. Em pouco tempo estava totalmente recuperado.
Passou a ser cada vez mais conhecido pelas suas descobertas no campo da bacteriologia. Trabalhou em tempo exclusivo para o "University College Hospital", e depois como bacteriologista do "London Homeopathic Hospital", permanecendo lá até 1922.
Foi nesta situação que conheceu a Doutrina de
Hahnemann e seu livro básico: o "Organon da Arte de Curar", escrito mais de cem anos antes do seu tempo. Descobriu os princípios de Hahnemann, que curava mais guiado pelos sintomas mentais que pelos físicos.

Em 1926, publicou com C.E. Wheeler o "Cronic Disease. A Working Hypothesis". Nesta época, os nosódios intestinais, já conhecidos como Nosódios de Bach, eram utilizados em toda Grã-Bretanha e também em vários outros países.
Bach começou então tentar substituir os nosódios por medicamentos preparados com plantas, e foi a esta altura que utilizou pelo sistema homeopático de diluição e potencialização, duas flores que trouxe de
Gales, em 1928. Estas plantas eram Impatiens e Mimulus. Pouco depois também utilizou Clematis. Os resultados foram encorajadores. Também nesta época começou a separar os indivíduos por grupos de semelhança de comportamento, como se sofressem do mesmo problema. Ele mesmo conta que isto aconteceu, depois que foi em uma festa, e ficou em um canto observando as pessoas quando aí teve um insight. Bach imaginou que deveria existir um medicamento que aliviasse este sofrimento comum a cada grupo de indivíduos.
Em 1930, resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório da Harley Street e os laboratórios, para buscar na natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele. Tinha, então, 44 anos. Partiu para Gales. Ao chegar, descobriu que levara por engano uma mala com calçados no lugar de uma com o material necessário para o preparo de medicamentos homeopáticos: almofariz, vidros, etc. Isto acabou impulsionando-o mais rapidamente na direção da descoberta de um novo sistema de extrair as virtudes medicamentosas das plantas. A
homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava. Deixou, portanto, a fama, o conforto e um lugar de destaque na sociedade médica londrina. Antes de ir, queimou tudo o que já tinha escrito até então e deixou o resto do trabalho para ser concluído pelos colegas e auxiliares que trabalhavam com ele.
Foi, no entanto, encorajado pelo Dr. John Clark, diretor do Homeopathic World, um jornal médico homeopático, que colocou seu periódico à disposição para que Bach publicasse suas descobertas. Esta oportunidade foi totalmente aproveitada por Bach.
No outono de 1935, descobriu Mustard, o último dos 38 florais. Morreu dormindo em
27 de novembro de 1936 (de parada cardíaca com 50 anos de idade) em sua casa em Mont Vernon, Grã Bretanha, onde hoje funciona o Bach Centre e onde são colhidas as flores e preparadas as essências.

22 de jul. de 2008

OS CINCO ELEMENTOS, O QUE SÃO?

No pensamento taoísta chinês, os elementos da Natureza podem ser classificados em cinco tipos: metal, madeira, terra, água, fogo (em chinês: 金 木 土 水 火). Esses Cinco Elementos (五行 wǔxíng) não são somente os materiais aos quais os nomes se referem, mas mais bem metáforas e símbolos para descrever como as coisas interagem e se relacionam umas com as outras.
Cinco Elementos
O taoísmo
descreve um ciclo de produção (生 Sheng) e um ciclo de controle (克 Ke) agindo sobre os elementos. No taoísmo, tudo que conhecemos ou pensamos como realidade é um símbolo e um reflexo dos céus, de tal forma que, entendendo o relacionamento macrocósmico das coisas, poderemos entender o mesmo relacionamento numa escala menor: no corpo, na astrologia pessoal, ou na política. A referência taoísta original era sobre as estações do ano (ou "os céus"), e elas seriam então mais acuradamente descritas como as cinco fases.
No ciclo da produção, a madeira produz o fogo, o fogo produz a terra, a terra produz o metal, o metal produz a água, a água produz a madeira.
No ciclo de controle, a madeira controla a terra, a terra controla a água, a agua controla o fogo, o fogo controla o metal, o metal controla a madeira.
O ciclo de produção delineia um pentágono e a cadeia de controle delineia uma estrela de cinco pontas. Essas interações e relacionamentos formam o esboço para diferentes escolas de filosofia.
A interação dos cinco elementos torna-se uma ferramenta que ajuda os acadêmicos taoístas a classificar as observações e os dados empíricos. Com base em observações de como as coisas interagem, elas são classificadas em um dos cinco elementos, tal como elas se encaixam no padrão observado. Então pode-se tirar conclusões de alto nível ou predições baseadas nos tipos dos elementos.






UM RESUMO SOBRE A HISTÓRIA DA AURICULOTERAPIA

A auriculoterapia têm, desde tempos remotos, relatos de seu uso em vários casos. Hipócrates, considerado o pai da medicina, em seu livro “Geração” relata curas de impotência sexual com pequenas sangrias na orelha. Ao longo dos séculos, encontram-se documentos que relatam de tratamentos semelhantes para diversas doenças.
Em 1637, o médico português Zacutus Lusitanus descreve a utilidade de cauterizações auricular no tratamento da nevralgia ciática. Valsava, em 1717, descreve precisamente a região do pavilhão auricular que estava queimando quando o paciente sofria de fortes dores de dente, esta descrição está em seu livro “De Aura Humana Tratadus”. De 1850 a 1857 surgem muitas publicações sobre a eficácia desse método no tratamento da nevralgia ciática.
“A favor dessa prática produz-se um verdadeiro entusiasmo, na verdade bastante efêmero, já que não se podia dar-lhe nenhuma base científica” (PAUL NOGIER, 1998).
Em meados de 1950 médicos franceses da região de Lyon começaram a receber pacientes com cauterizações no pavilhão auricular. Os pacientes diziam-se aliviados de nevralgia ciática graças à cauterização.
Um desses médicos era Paul Nogier, intrigado, começou a fazer em casos análogos, a mesma cauterização que parecia tão eficaz. Seus resultados foram surpreendentes tamanha a sedação, que era quase imediata. O Dr. Nogier questionou-se se o pavilhão auricular poderia estar relacionado com outras partes do organismo, mas seus resultados foram infrutosos por muito tempo.
Estudando as nevralgias ciáticas, Nogier constatou que um bloqueio da quinta vértebra lombar é causadora freqüente dessa patologia. Então ele supôs que a quinta vértebra lombar correspondia ao local da cauterização no pavilhão. Posteriormente, concluiu que o restante da coluna ficava na continuação da anti-hélice.
Paul Nogier provou seu método partindo da coluna vertebral tratando dores em diversos locais do corpo através do estímulode pontos distintos da orelha, provando que a eficácia do método se confirmava de modo geral.
Ele nomeou esse método de Auriculoterapia.

A técnica desenvolvida por Paul Nogier
Segundo esta terapia, existe a relação (reflexo) entre regiões determinadas da orelha e órgãos, funções ou regiões do corpo. No caso de um problema em um órgão, como por exemplo o pulmão, uma região específica da orelha (pavilhão auricular) será afetada. Assim, um estímulo nesta região auricular também refletirá no órgão, neste caso, os pulmões.
Foram encontradas referencias a auriculoterapia em pinturas egípcias e em textos gregos, mas foi por volta de 1950, que francês Paul Nogier iniciou suas pesquisas nesta área.
Esta técnica se associa à reflexoterapia, a técnica desenvolvida por Nogier não deve ser confundida com o tratamento de acupuntura focada na orelha, que também costuma ser traduzida como auriculoterapia em português.
Na auriculoterapia desenvolvida a partir das pesquisas de Nogier o estímulo é feito através de laser ou eletricidade. Não são utilizadas agulhas ou pontos fixos de estímulo.

Diferenças em relação à acupuntura focada na orelha
A Auriculopuntura se baseia em princípios distintos da reflexoterapia (apesar de muitas semelhanças), associados ao conhecimento dos meridianos trabalhados pela medicina tradicional chinesa.
Na acupuntura as diversas regiões ou pontos podem ser estimuladas de diversas maneiras, como através de agulhas colocadas por 20 a 30 minutos, ou pequenas agulhas semi-permantentes que podem permanecer por até 5 dias.
São utilizadas também sementes de diversas plantas para massagem dos pontos, sendo a mais utilizada a de mostarda.


EMOÇÕES QUE NOS CAUSA DOENÇAS

Encontrei um site que fala a respeito da medicina tradicional chinesa, muito interessante e útil!

Sempre digo as pessoas que me perguntam a respeito de suas doenças, que quando suas emoções não estão em harmonia o corpo também padece. Lembra do famoso ditado?: "Corpo são, mente sã". Leia este texto abaixo, vale a pena!
Texto de Alessadro


Realmente podemos ficar doentes devido ao enfraquecimento de nossa aura.
Distúrbios emocionais, insatisfações ou aborrecimentos constantes, e principalmente o pessimismo, a baixa estima, o não amar a si mesmo (a), muito comum e freqüente em certas pessoas, podem enfraquecer nosso campo de proteção áurica, causando-nos diversas doenças.
Praticamente, todos já ouvimos dizer que muitas doenças são causadas por nós mesmos, por situações e conflitos que criamos com nosso comportamento diante da vida, nossa boca, nosso pensamento, nossas ações.
Nada pode estar mais perto da verdade.
Abaixo, estão algumas possíveis situações de doenças de nosso corpo físico e que às vezes são causadas pelo enfraquecimento desta nossa proteção natural.


Acidentes: Raiva, frustração e rebelião.
Alergias: Aparecem naquele s que estão sempre nervosos e irritados com as atitudes das outras pessoas com quem convivem. Se você tem alergias procure ser mais calmo e compreensivo com aqueles que o rodeiam.
Anemia: Você é uma pessoa que praticamente não tem nenhuma confiança em si mesma.
Aparelho Respiratório: Pessoas que estão sempre desesperadas, sempre correndo e que gostam de fazer tudo ao mesmo tempo. O resultado disso é que, muitas vezes, elas não terminam nenhum de seus afazeres, ou não fazem nada direito.
Artrite: Perfeccionismo. Pessoa muito crítica com as outras pessoas que a rodeiam, sejam elas amigos, familiares, companheiros de trabalho, etc… Você também é uma pessoa insistente, talvez levando essa insistência longe demais. Às vezes é bom deixar de lado, desistir de alguma situação difícil, caso não esteja recebendo o apoio de que necessita. Persistir em algo muito complicado, sem ajuda de ninguém, pode lhe trazer sérios problemas com os ossos de seu corpo ou então uma artrite.
Asma: Complexo de culpa.
Ataques: Pensamentos negativos, quem não é feliz.
Bexiga: Segurando a dor para si mesmo.
Braços: Emoções antigas.
Bulimia: Ódio de si mesmo, achando não ser bom o suficiente.
Cabeça: O que nós mostramos ao mundo.
Câncer: Ressentimento profundo.
Coluna: Geralmente essas pessoas gostam de fazer tudo sozinhas e depois, acabam sempre reclamando que ninguém dá uma mãozinha.
Coração: Pessoas que não vivem doi amor e da felicidade.
Dedos: Ego, raiva, medo, preocupação, perda, pretenção.
Dentes (cáries dentárias ou gengivites): Talvez quase ninguém saiba, mas os dentes representam a família. Se você é esteio de sua família, a pessoa a quem cabe tomar todas as decisões, arcando com todas as responsabilidades e conseqüências, é muito propensa a ter problemas com seus dentes, ou a desenvolver uma gengivite.
Dor: Culpa, medo de ser punido.
Estômago (problemas digestivos): Dificuldade de assumir novas idéias e novas experiências. Se você anda comendo muito, talvez seja a única forma que esteja encontrando para estagnar ou conter seus impulsos de criação. Ou então, pode ainda significar que esteja totalmente insatisfeito com sua vida sexual.
Fígado: Pessoa que acumula o sentimento de raiva dentro de si. Procure liberar sua raiva e não guarde rancor de ninguém. Quanto mais raiva guardar, pior será para você.
Frigidez: Medo, culpa sexual
Garganta: Medo de mudanças, dificuldade em falar e frustração.Quando você tiver algum distúrbio nesta região de seu corpo, não pense duas vezes antes de liberar toda sua criatividade, para assim ampliar a proteção de sua aura. Fale, exponha suas idéias, mesmo correndo o risco de não serem aceitas.
Gastrite: Este tipo de sintoma quase sempre se manifesta em pessoas que guardam para si os problemas, são, maioria das vezes, pessoas introvertidas e que demonstram uma falsa calma e tranqüilidade.
Genitais: Rejeição sexual.
Gordura localizada: Para o conceito esotérico, este tipo de gordura, principalmente quando localizada nas coxas, significa que, quando era criança, você não recebeu aquele carinho tão especial e necessário do colo de sua mãe que com o calor de seu corpo transmitia o amor e a segurança que precisava. Inconscientemente, esta carência está registrada em seu íntimo, fazendo-o desenvolver algum tipo de gordura localizada.
Impotência: Medo, inveja do próximo.
Joelho: Inflexibilidade, ego, medo de mudanças, há um excesso de humildade.
Mãos: Pão duro ( não gostam de gastar dinheiro).
Obesidade: Insegurança.Orelhas: Dificuldade de aceitar o que lhe é dito.
Pele: Pessoas que possuem poder sobre você.
Pernas: Medo de enfrentar as coisas novas do dia a dia.
Pés: Dificuldade em compreender a si próprio. Suas opiniões quase nunca são escutadas ou respeitadas pelas pessoas mais próximas.
Pescoço: Pessoas muito teimosas e inflexíveis. Para estas pessoas, a aura nesta parte do corpo não vai além de alguns centímetros de proteção.
Retenção de Líquidos: Na alquimia, a água representa intuição. Se você tem tendência a reter líquidos em seu organismo, deve ser uma pessoa de intuição muito forte. Não tenha medo e libere suas manifestações intuitivas.
Rins: É exatamente no chackra supra-renal que as mágoas se acumulam, diminuindo muito a proteção do campo áurico dessa região. Não é por acaso que, em uma situação de separação, por exemplo, que geralmente traz consigo muitas mágoas, tristezas e dores, os envolvidos acabam desenvolvendo alguma coisa relacionada a este órgão, como é o caso de um cálculo renal.
Tumor: Feridas antigas, tormento, não se permite a cura.
Úlcera: Medo de não ser bom o suficiente.
Varizes: Geralmente são aquelas pessoas que não aceitam as condições que lhes são impostas, querendo que tudo ocorra sempre ao seu jeito.

Você pode estar se perguntando: ‘O que fazer para mudar essa situação?

Sabendo que uma das possíveis causas de sua doença pode ser algo relacionado ao que foi dito, que tal começar mudando seu comportamento em relação à vida e às pessoas com quem você convive?

21 de jul. de 2008

Formas auxiliares no tratamento da auriculoterapia

A acupuntura e a auriculopuntura não utilizam somente agulhas ou pontos.

Outra forma auxiliar no tratamento são as normas de alimentação.

Um grande erro cometido pela maioria das pessoas ao se alimentar é o hábito de tomar líquidos, principalmente gelados, durante ou logo após as refeições.

Observe o que acontece quando se comete esse erro.A princípio ocorre uma reação chamada choque térmico, que é o esfriamento do organismo de forma brusca. Nesse caso, será necessário muito mais energia para reaquecê-lo. Isso faz com que os órgãos passem por um processo de febre gastrintestinal. Esse calor febril chega ao coração, acelera seu ritmo e, assim, aumenta a freqüência da onda sangüínea para os pulmões. Dessa forma se congestionam progressivamente seus tecidos, o espaço destinado ao ar neles contido se estreita e, como decorrência, diminui a capacidade de trabalho dos órgãos respiratórios.

A pele, que funciona como segundo pulmão e rim, também fica incapacitada de desempenhar suas funções por falta de uma irrigação sangüínea na superfície do corpo, devido à congestão das vísceras febris.Outra conseqüência causada pela ingestão de líquidos durante e logo após as refeições é que o bolo alimentar se torna macio demais, o que dificulta seu trajeto e pode provocar prisão de ventre, que resulta em mais toxinas para o organismo. As frutas também devem ser evitadas, pois causam os mesmos transtornos que os líquidos.

O ideal é ingerir frutas ou líquidos no máximo quinze minutos antes e no mínimo duas horas depois de cada refeição.Observando estas regras simples, tomando refeições nas horas certas, dormindo o número de horas exigido por seu corpo, fazendo exercícios regularmente, evitando bebidas alcoólicas e fumo e trabalhando não mais do que manda o bom senso, as chances de você ter boa saúde serão enormes.

Na eventualidade de um desequilíbrio, porém, o tratamento com certeza será bem mais simples e rápido.

1 de jul. de 2008

Novo método de acupuntura sem agulhas!


Stiperpuntura



STIPER (Stimulation and Permanency): São pastilhas macias produzidas com Silício Cristalizado (SiO2) e aglutinado com Celulose Vegetal.
Dois elementos 100% naturais. Portanto, sem efeitos colaterais e sem contra-indicações.

Para entender perfeitamente o funcionamento do Stiper é importante que saibamos que: O Silício é o elemento mais abundante na Terra, 60% da camada da Terra é constituída de Silício, portanto é um elemento que nós estamos habituados à ele, convivemos com ele. Tudo que tocamos e é natural tem Silício.

Mais de 25% de nossa constituição orgânica, tais como derme, epiderme, músculos, nervos, ossos e órgãos é constituída por Silício, e, sendo assim, concluímos que o produto Stiper, por ser 100% Silício, é parte integrante de cada um de nós desde que nascemos. Portanto não há o menor risco de efeitos colaterais desgradáveis.
Para quem quiser mais informações a respeito do stiper entre no site: